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| Supergirl (Supergirl, 2015) |
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| Viuva Negra (Marvel Studios) |
A mulher vem lutando há anos pela sua igualdade, e com as
super-heroínas não seria diferente, levando em conta que para muitos esse
segmento era aclamado somente por meninos/homens e que a mulher, embora
poderosa, e muitas vezes melhor que os heróis, só estavam ali para preencher
uma cota ou como interesse amoroso, ou pior
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| She-Ha, 1985 |
ainda, só estavam ali pelo apelo
sensual (analisem bem os uniformes delas e me diga se é possível “lutar” com um
treco desses).
Existe muita heroína que merece um filme solo, mas parece
que alguns estúdios esquecem que a mulher é tão ou mais importante que os
heróis, e aí as atrizes são escaladas para um papel tão importante quanto o
homem, mas ele faz o cara do titulo do filme, e ela ganha menos da metade do
salário do mesmo. Um abuso! Ou seja, ainda temos que evoluir muito nesse
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| Eleven (Stranger Things, 2016) |
sentido, mas acho que nas mãos certas a coisa flui mais rápido.
Hoje já é de costume vermos super-heroínas inteligentes,
fortes e principalmente independentes. Embora muitas delas tenham revistas,
livros, alguns filmes e programas de TV solo e uma gama enorme de inimigos para
aniquilar, na quebra do estereótipo cultural
entre meninos e meninas, continua faltando algo de peso, pois a mulher,
super-heroína e guerreira até pouco tempo era vista como a coadjuvante em
filmes do gênero.
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| Mulher Maravilha (Mulher Maravilha, 2017) |
Esse ano, em 01 de junho,
nossa queridinha, se não a mais importante e influente das heroína (pelo
menos pra mim, talvez por uma questão cultural e familiar), Mulher Maravilha,
ganha seu filme solo. Aquele que leva o seu nome no titulo, aquele cujo o
principal objetivo é
mostrar de uma vez por todas que a mulher merece ter esse
espaço. No filme (o que podemos ver nos trailers) ainda teremos alguns clichês,
mas o fato de ser um filme sobre uma mulher em um segmento,
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| Jessica Jones (Jessica Jones,2015) |
supostamente,
direcionados para os homens, já faz meu coração saltar de emoção.
Eu entendo que nada é por acaso, ainda mais no ramo
cinematográfico, mas a representação de uma heroína como a Mulher Maravilha no
cinema, cria a esperança de um novo impacto cultural, dando espaço para as
guerreiras
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| Katniss Everdenn (Jogos Vorazes, 2012) |
em meio às princesas nas prateleiras de brinquedos, quebrando de vez
a barreira entre meninas e meninos.
Ei pessoal dos estúdios, estamos aqui esperando o filme solo
de nossas super-heroínas,coloquem esse povo pra trabalhar!
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